26 de ago de 2013

Babi e a Deusa

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Era uma vez uma menina chamada Babi, que vivia com sua família em uma pequena fazenda. Lá tinham galinhas que punham muitos ovos, cresciam legumes e verduras, e tinha uma vaca que lhes dava leite fresco e quentinho todo dia. Babi adorava brincar em sua fazenda. Ela brincava com os gatos, subindo no celeiro para se esconder de todos no meio do feno, e tinha um balanço em sua grande varanda, enquanto balançava, ela bebia limonada fresca que sua mãe sempre fazia para ela.

Mas o que ela gostava de fazer, mais do que tudo, era ir para a floresta e visitar sua amiga, Nana. Nana era uma mulher muito velha que vivia em uma bela casa de campo coberta de plantas e flores. Na casa de Nana, havia tantas coisas maravilhosas para ver, e tinha um cheirinho muito bom.
Havia velas de todas as cores do arco-íris, frascos cheios de especiarias de cheiro, as ervas secavam nas vigas e ela fazia deliciosos chás adoçados com mel. Tinha até um tambor velho que Babi adorava tocar, fazendo muito barulho. Quando ela tocava o tambor, Nana sorria e acenava com a cabeça para a batida. Nana era muito velha, com dedos enrugados e uma grande corcunda. Nana parecia um pouco assustadora para Babi, mas ela sabia que Nana a amava como se fosse sua própria neta e que nunca faria mal a ela.

Cupcake da Bruxa

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Cupcake de Banana com Cobertura de Chocolate

Ingredientes:

Cupcake:

2 e ¾ xícaras de farinha de trigo
1 e ¼ colheres (chá) de fermento em pó
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
½ colher (chá) de sal
½ xícara de manteiga sem sal, temperatura ambiente
¼ xícara de gordura vegetal, temperatura ambiente
1 e ¾ xícaras de açucar granulado
2 colheres (chá) de essência de baunilha
2 ovos
1 e ½ xícaras de bananas bem maduras amassadas (cerca de 4 bananas)
½ xícara buttermilk *

24 de ago de 2013

O pentagrama

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Desde os primórdios da humanidade, o ser humano sempre se sentiu envolto por forças superiores e trocas energéticas que nem sempre soube identificar. Sujeito a perigos e riscos, teve a necessidade de captar forças benéficas para se proteger de seus inimigos e das vibrações maléficas. Foi em busca de imagens, objetos, e criou símbolos para poder entrar em sintonia com energias superiores e ir ao encontro de alguma forma de proteção.

Dentre estes inúmeros símbolos criados pelo homem, se destaca o pentagrama, que evoca uma simbologia múltipla, sempre fundamentada no número 5, que exprime a união dos desiguais. As cinco pontas do pentagrama põem em acordo, numa união fecunda, o 3, que significa o principio masculino, e o 2, que corresponde ao princípio feminino. Ele simboliza, então, o andrógino. O pentagrama sempre esteve associado com o mistério e a magia. Ele é a forma mais simples de estrela, que deve ser traçada com uma única linha, sendo conseqüentemente chamado de "Laço Infinito".
A potência e associações do pentagrama evoluíram ao longo da história. Hoje é um símbolo onipresente entre os neopagãos, com muita profundidade mágica e grande significado simbólico. Um de seus mais antigos usos se encontra na Mesopotâmia, onde a figura do pentagrama aparecia em inscrições reais e simbolizava o poder imperial que se estendia "aos quatro cantos do mundo". Entre os Hebreus, o símbolo foi designado como a Verdade, para os cinco livros do Pentateuco (os cinco livros do Velho Testamento, atribuídos a Moisés). Às vezes é incorretamente chamado de "Selo de Salomão", sendo, entretanto, usado em paralelo com o Hexagrama.

O que são Tradições Wiccanas?

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As Tradições Wiccanas são as diversas teorias, práticas e filosofias das variações antropológicas de culto. Cada tradição tem sua própria estrutura, filosofia, concepções, ritos e mitos próprios que são transmitidos iniciaticamente. Dentro da Wicca, há muitas tradições e caminhos no que concerne à forma de cultuar os Deuses, onde cada um desses é significativo e viável para seus praticantes. A tradição a se seguir é uma escolha individual que deve ser feita com base na afinidade com o panteão a ser cultuado e principalmente com a sensação de familiaridade que ela te passa.A seguir, encontram-se algumas Tradições da Wicca.

Por necessidade, as definições expostas são gerais, porém cada Bruxo, mesmo que faça parte de uma Tradição específica, pode definir seu caminho de modo diferente.

Preceito diário

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"Eu me levanto hoje
Pela força dos Céus
Luz do Sol
Brilho da Lua
Resplendor do Fogo
Presteza do Vento
Profundidade do Mar
Estabilidade da Terra
Firmeza da Rocha,
Assim seja e assim se faça para o bem de todos."

Oração: Senhora dos quatro elementos

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"A sua Arte Senhora veio a Luz.
Quem poderá escapar de seu poder?
Sua forma é um eterno mistério;
Sua presença paira sobre as terras quentes.
Os mares te obedecem,
As tempestades se acalmam.
A sua vontade detêm o dilúvio.
E eu, tua pequena criatura,
Faço a saudação:
Minha Grande Rainha,
Minha Grande Mãe!"

A Bela e a Fera - Versão de Gabrielle-Suzanne Barbot

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A Bela almoçando com a Fera em uma ilustração de Anne Anderson.
Um rico mercador, que tinha três filhas, porém, enquanto as filhas mais velhas gostavam de ostentar luxo, de festas e lindos vestidos, a mais nova, que todos chamavam Bela, era humilde, gentil, e generosa, gostava de leitura e tratava bem as pessoas.

Um dia, o mercador perdeu toda a sua fortuna, com exceção de uma pequena casa distante da cidade. Bela aceitou a situação com dignidade, mas as duas filhas mais velhas não se conformavam em perder a fortuna e os admiradores, e descontavam suas frustrações sobre Bela, que humildemente não reclamava e ajudava seu pai como podia.

Um dia, o mercador recebeu notícias de bons negócios na cidade, e resolveu partir. As duas filhas mais velhas, esperançosas em enriquecer novamente, encomendaram-lhe vestidos e futilidades, mas Bela, preocupada com o pai, pediu apenas que ele lhe trouxesse uma rosa.
Quando o mercador voltava para casa, foi surpreendido por uma tempestade, e se abrigou em um castelo que avistou no caminho. O castelo era mágico, e o mercador pôde se alimentar e dormir confortavelmente, pois tudo o que precisava lhe era servido como por encanto.

O Firme Soldado de Chumbo - Hans Christian Andersen

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Era uma vez vinte e cinco soldados de chumbo, todos irmãos, porque tinham sido todos feitos da mesma colher de cozinha. Tinham armas aos ombros e olhavam em frente, muito elegantes nos seus uniformes encarnados e azuis. — Soldados de chumbo! — foi a primeira coisa que ouviram neste mundo, quando levantaram a tampa da caixa onde estavam.
Um rapazinho tinha dado esse grito e batido as palmas; tinham-lhos dado como prenda de anos, e ele colocou-os em cima de uma mesa. Os soldados eram todos iguais uns aos outros — exceto um, que só tinha uma perna; fora o último a ser moldado e já não havia chumbo que chegasse. No entanto, mantinha-se de pé tão bem como os outros que tinham duas pernas, e é ele o herói desta história.
Na mesa onde os colocaram havia muitos outros brinquedos, mas aquele em que se reparava logo era um castelo de papel. Pelas suas janelinhas via-se o interior das salas. À frente havia pequenas árvores à volta de um pedaço de espelho, a fingir que era um lago. Cisnes de cera pareciam flutuar na sua superfície e olhavam para o seu reflexo. Toda a cena era um encanto, mas o mais bonito de tudo era uma menina que estava à porta; também ela era feita de papel, mas tinha uma fina saia de musselina, uma estreita fita azul cruzada nos ombros, como se fosse um xale, presa por uma brilhante lantejoula quase do tamanho da cara. A encantadora criaturinha tinha os braços estendidos, porque era uma bailarina; tinha mesmo uma perna tão levantada que o soldado de chumbo nem conseguia vê-la; então ele pensou que ela só tinha uma perna, tal como ele.

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