20 de nov de 2012

O que é a Grande Fraternidade Branca.

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A denominação de “branca” é uma referência à luz branca, que é formada pela junção das cores que formam os sete raios.
Os Sete Raios de Luz são as cores que circulam cada um dos sete mestres ascencionados.
El Morya -- Primeiro Raio, cor azul-cobalto
Kut Humi -- Segundo Raio, cor Dourado
Rowena -- Terceiro Raio, cor rosa
Seraphis Bey -- Quarto Raio, cor branca
Hilarion -- Quinto Raio, cor verde-esmeralda
Nada -- Sexto Raio, cor Rubi
Saint Germain -- Sétimo Raio, cor violeta

Segundo a História

 

 

 Comumente se atribui o surgimento da Grande Fraternidade Branca ao Antigo Egito, durante o reinado do faraó Tutmés III. Diz-se que ela reuniria os mais sábios de todo o Egito, também conhecidos como hierofantes ou sacerdotes, que tinham por objetivo estudar os mistérios místicos e esotéricos da vida. Houve um período entre 700 a.C. e 300 d.C. no qual surgiram muitos pensadores iniciados em conhecimentos universais ou na Sabedoria perene, isto é, a Gnose, a qual se manifesta sob quatro pilares: arte, ciência, filosofia, misticismo. Os mais conhecidos foram Confúcio e Lao-Tse na China; o Buda na Índia; Zoroastro na Pérsia; Pitágoras, Sócrates, Platão e Aristóteles na Grécia; Plotino e Amônio Saccas em Alexandria; além dos judeus que estudaram o judaísmo esotérico, ou Cabala.

“Num contexto de preservação da própria cultura e identidade, as sociedades secretas ou fraternidades visavam também a preservar as ciências sagradas ameaçadas pela invasão dos fenícios (que dominou o Egito durante quase um milênio) e por isso fecharam-se a estranhos ou invasores, tornando-se secretas, ou confrarias.” (A Grande Fraternidade Branca, os dirigentes invisíveis, de Kenneth Burton. )
O período citado no texto acima foi marcado pelo paralelismo entre a iniciação esotérica dos eleitos (iniciados ou hierofantes) aos mistérios e o culto de Osíris e Ísis pelo povo em geral. Surgiu também nesta época a figura de Moisés (1.300 a.C.), libertador dos hebreus, autor das sagradas escrituras do judaísmo, que (de acordo com alguns movimentos esotéricos) teria sido igualmente iniciado nos mistérios de Ísis e Osíris (no entanto, o assunto é polêmico, pois disso não há documentação comprobatória). Datam deste período (assim como de outros períodos) também as supostas iniciações de Orfeu nos mistérios de Dionisio; De Pitágoras de Samos, fundador da importantíssima confraria dos pitagóricos; em 564 a.C.; De Sidarta Gautama, o Buda, que foi um Iluminado e não um iniciado; Alega-se também de Jesus junto à escola dos essênios (novamente sem documentação), que teria sido (novamente sem documentação) uma ramificação da GFB (A Grande Fraternidade Branca, os dirigentes invisíveis).
Nos tempos atuais várias sociedades secretas se proclamam descendentes dessa fraternidade, dentre elas estão, Ordem Rosacruz, Maçonaria, Movimento Eu Sou, Ponte para a Liberdade, Movimento da Consciência Suprema Una, a Summit Lighthouse e a própria Sociedade Teosófica.

Fontes de estudo: Internet

Kris Oliveira
(Em caso de Cópia dê os créditos)

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