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16 de set. de 2013

Oração a Cernunnos

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Oh, Senhor das Feras. Pai das criaturas livres e selvagens! Tu que és o Dia, resplendor da vida. Que fecunda a Terra para que avida se faça. Sol Divino, maior que a incerteza. Caçador soberano dos bosques encantados. Caça abençoada do ciclo da vida. Divino Consorte da Deusa. Onde quer que eu vá, ilumina meu caminho para que a vaidade e o orgulho não turvem minha rota. Sê comigo, ó Cernnunos, quando os desafios abalarem minhas fibras. Empresta-me teu vigor para que os inimigos do Bom Combate não celebrem sobre minhas cinzas. Ensina-me a reconhecer o momento de vencer, o momento de retroceder e o momento de perder. Assim ensinas na tua Rota Divina. Nascer, crescer, multiplicar, envelhecer, morrer e renascer. Ó Soberano Senhor de Cornos Sagrados! Gamo-Rei de encantos invejáveis! Entrego a ti minha espada, para que meu golpe seja Tua Lei. Entrego-Te meu escudo, para que minha defesa seja tua vontade. Senhor dos Tempos, Cavaleiro de Mil Nomes, todos eles Sagrados para mim. És a Força Masculina do Universo. O que habita em tudo e tudo está banhado pelo seu brilho. Sou por tua Benção, o Bruxo, Guardião do Caldeirão de Cerridwen.
Assim será!

29 de jun. de 2013

Cernunnus

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Cernunnos é, com toda a probabilidade, a mais antiga divindade de seu panteão. Há sinais, inclusive, de que ele seja anterior às invasões celtas. Não podemos esquecer que, se boa parte da Europa foi colonizada por sua cultura, as zonas por eles controladas já estavam ocupadas por outros povos com os quais por força tiveram de fundir-se para subsistir, não havendo motivo para que suas crenças fossem aniquiladas.

Independentemente de sua origem, Cernunnos, o deus de chifres, desempenha uma função importante não só por se tratar do Senhor dos Animais — domésticos ou selvagens —, mas também da Fertilidade e da Abundância — regulando as colheitas dos grãos e das frutas. Posteriormente, foi considerado também o deus do dinheiro. Os romanos quiseram identificá-lo com o seu Dis-Pater, que tinha influência sobre os mortos, apesar de as funções de Cernunnos não coincidirem por completo.

10 de nov. de 2012

Dana

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Esposa de Bile, principal deus gaulês, Dana, também conhecida como Ana, era a deusa mãe ou rainha. Nascida entre os deuses da vida, da luz e do dia. Considerada a deusa da literatura, também era conhecida como Brigite. É a divindade mais antiga mencionada pelos celtas, de cuja divindade derivam todos os outros deuses. 
É a Mãe Universal e mãe de todos os deuses. Relacionada à lua e governante das marés. Protegia o gado, a saúde e garantia a prosperidade. Os rios e lagos também estavam sob sua proteção. Esta era a deusa invocada para conseguir abundância, sabedoria e prosperidade. 

Cerridwen

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Cerridwen ou Ceridween (lê-se Querríduen) é a deusa dos antigos celtas/galeses. É chamada de Deusa Tríplice por mostrar-se em três diferentes formas: donzela, mãe e anciã (os ciclos da vida).
Também pode ser conhecida como Grande Mãe ou Senhora. É comumente associada à Lua e suas fases, pois se acreditava que a lua era a representação do Sagrado Feminino, a energia que move a Terra, influenciando a agricultura, as colheitas e até a menstruação, gestação e fertilidade feminina, o poder de criação da vida.

9 de nov. de 2012

Brigit

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Brigit é uma antiga Deusa Tripla do Fogo e foi venerada por toda Bretanha e Europa.
Ela está particularmente associada ao Imbolc, o primeiro dos 4 grandes festivais célticos do ano.
Ela preside o fogo, a beleza e todas as Artes.
Foi sugerido que o nome Brigit originalmente significasse Deusa e era conferido à todas as Deusas irlandesas e britânicas.
Na forma irlandesa seu nome significa

"Alta" ou "exaltada".
Alguns, no entanto, dizem que o nome Brigit vem de Breo-saigit que quer dizer flecha flamejante.

Morrigan

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As origens de Morrigan datam à antiga cultura megalítica das deusas mãe. As mães apareciam geralmente como deusas tríplices e seu culto era expressado tanto através do êxtase de batalhe quanto do regenerativo. Até posteriormente na cultura celta, as deusas da soberania (Eriu, Banba e Fotla) aparecem em trio, e usam magia na batalha. A própria Eriu podia aparecer tanto como uma bela mulher quanto um corvo.

Aparentemente o conceito da deusa corvo da guerra não estava limitado aos celtas irlandeses, os gauleses tinham uma divindade parecida, chamada Cathubodva. E este conceito estava ligado ao mito das valquírias, pois ambas as divindades eram responsáveis por escolher os mortos em campo de batalha, ou por vezes até mesmo causar esta morte, levando seus escolhidos.

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